Baía dos Côcos

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Baia dos Cocos

Felizmente, nos arredores da cidade de Inhambane ainda há zonas de qualidade junto ao mar, que contrastam com as degradadas praias do Tofo e Tofinho (que em outros tempos foram referência) onde as construções nascem como cogumelos, sem dignidade, perante a incúria de quem devia estar atento e parece não estar. Escapam a este atropelo alguns hotéis da Barra, com destaque para o Palafita Flamingo Bay, e os lodges sobranceiros à Baía dos Cocos. Que beleza de areal banhado por cálidas e azuladas águas! Os barcos de pesca desportiva e mergulho são muitos, sem atrapalhar o sossego de quem quiser fi car na sua. A bela praia é imensa.

Como chegar: A Nacional 1, espinha dorsal do país que até ao rio Save pouco se afasta do mar, percorre quase 400 quilómetros até ao desvio as- faltado para a cidade de Inhambane. Rode dezena e meia de quilómetros e logo vê indicações, à direita, de uns quantos lodges. Entre na picada, que o mar não está longe.

Onde ficar: São vários os lodges a disponibilizarem casas e bungalows, espalhando-se pelas praias e baías circundantes. Há muita escolha com dignidade e conforto. O restaurante do lodge Guinjata Bay é uma referência para excelentes refeições.

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Os espinhos que me feriram foram produzidos pelo arbusto que plantei. (Byron)