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Mugabe orienta curso de pos-graduacao

Curso gatuito: "Como destruir um pais"
Prof: Robert Mugabe, executivo maximo da Republica do Zimbabwe
Onde: Harare, Zimbabwe
Quando: basta visitar zimbabwe, qq regiao
Riscos: ser preso, torturado e jogado nas Victorial Falls ou coisa do tipo

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O que será de Moçambique dentro de 28 anos?

Em 2008 Carlos Serra propôs nove cenários “bizantinos” e convidou os leitores a fazerem as devidas alterações, da forma que achassem necessária:

{xtypo_quote} 1. A língua portuguesa será residual, penumbrada pela língua inglesa, tornada esta língua veicular por excelência nos meios urbanos. A língua portuguesa será especialmente uma língua douta, falada em círculos alfarrábicos, amparada por mestiçagens linguísticas docemente malandras em zona savaneira.
2. Os minérios serão geridos por Chineses, Russos, Brasileiros e eventualmente Indianos. O vale do Zambeze será sino-brasileiro em sua carvoação.
3. Se calhar já haverá petróleo, com Americanos e Canadianos na exploração.
4. As florestas, se ainda restarem, serão chinesas.
5. A terra será dos bio-combustíveis, gerida por ecléticas parcerias empresariais, abraçada pela pequena agricultura itinerante e desesperada, cumprimentada por celeiros especiais e bem protegidos de cereais para exportação (China e Índia).
6. O comércio, por grosso e a retalho, será sino-indiano, quinquilheiro.
7. A costa turística será europeia, com euro-americanos safarizados e chorando agarrados à memória de uma Europa moribunda e de uma América desimperializada.
8. Celulares serão fabricadas na terra, com exterior Nokia e alma chinesa; os carros serão sino-coreanos, com layout americano.
9. O mais imponente dos nossos ministérios, um super-ministério, será o dos Negócios Estrangeiros (veja-se a sua grandiosidade actual ali na baixa de Maputo, imagine-se o que será no futuro).{/xtypo_quote}

Atenção para a China e vale recordar diante deste tipo de noticia:

O envolvimento da China em Angola e Moçambique cria “oportunidades significativas” de desenvolvimento que podem ser mais bem aproveitadas com “agendas” próprias destes países nos sectores das infra-estruturas, recursos humanos ou parcerias empresariais, segundo o Centro de Estudos Chineses da Universidade de Stellenbosch, África do Sul. (CanalMoz 21-04-2010)

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Uma campanha mundial contra as políticas da “Vale”

De Moçambique, cinco organizações da sociedade civil e sindicais, assinam a carta internacional que repudia as políticas de “destruição” levadas a cabo pela Vale

Maputo (Canalmoz) – A companhia multinacional de mineração, Vale, que em Moçambique está virada para a exploração de carvão de Moatize, na província de Tete, está a ser atacada por dezenas de organizações sociais e movimentos sindicais de todos os continentes do mundo. As políticas de “destruição do ambiente, exploração de trabalhadores e das comunidades” usadas pela Vale nos países onde desenvolve seus projectos de mineração, estiveram na origem de um encontro que reuniu, no Brasil, mais de 160 pessoas representantes, 80 organizações de 12 países da África, América, Ásia e Europa, para dizerem “não” à Vale. De Moçambique estiveram no encontro 5 organizações.

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Vendetta - Director de Investigação e Auditoria das Alfândegas foi morto na sua residência

Ontem, poucas horas antes do crime a vítima anunciara à Imprensa a apreensão de 3 viaturas de luxo aparentemente ilegais e, há dias, Orlando José esteve na origem da detenção, no Km.14 da EN1, em Maputo, de um libanês que transportava escondidos nas portas da viatura, cerca de 400 mil USD.

Maputo (Canalmoz) - O director de Investigação e Auditoria da Autoridade Tributária de Moçambique (ATM), Orlando José, foi morto na sua residência, no bairro de Zimpeto, cidade de Maputo, baleado por criminosos ainda a monte. O baleamento ocorreu no final da tarde de ontem, segundo explicou Eva Trindade, responsável pela comunicação e imagem da ATM, numa entrevista telefónica concedida à emissora pública de Moçambique.

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